Histórias de sofrer
Rir de algo, de sonhos
Respirar um canto
Cantar um mar.
Há mil dias, mil manhãs
Novas dores, cafés e alvos
Novas árvores e o pé andando ao léo, ao largo
Há verdades que me fazem viver
Há espasmos
Há astros.
Coisas que me formam, formas de viver
Facas, astronaves
Escadas, calçadas, vocêE as artes de continuar a crescer
São o mais fácil
Nada é fácil.
Novos dias, mil manhãs
E as formas são cafés e astros
Novos meses, nova fé estrelada por um som cantado
E cada passo é o que eu posso fazer
Há os espasmos
Há os espaços.
Cruzes, soviets, santos, cor e sal
Coisas que são dia e o feliz de viver assim qual simples mortal
E há verdades
Novas formas de ser
Há verdades e cantos.

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