Me dê Tucídides, nega!
Se sacoleje no mar
Esconda velhos segredos, me deixe apenas flanar!
O rumo é um surdo marcando o jogo
Estrelas cansam seja o que for
Se há um risco ele é doloso
E a calma é o erro do autor
Me deixe quieto na cama
Olhe ao redor faça o favor,
E conte uma História nova.
Suspire aos sóis, desescandalize,
Inspire uma revolta , despiste
Há horas em que manter a calma é prévia de tomar porrada.
Mê dê Rodrigues, nega!
Suspire o enfermo pesar!
Cantarole um degredo,
Me dê um verso de cantar!
Se há futuro, ele é doloso
Esperas cansam, correr dá calor
E todo risco é de bom gosto e acalma o sentido da dor.
Me espere e evite dramas
Olhe ao redor faça o favor
E veja se chegamos à Glória.
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segunda-feira, novembro 14, 2011
Glória
Postado por
Na Transversal do Tempo - Acho que o amor é a ausência de engarrafamento
às
10:59:00 PM
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terça-feira, outubro 18, 2011
Despertar
É o rir- me só, um sonoro sim
É um vislumbre, é um start
Talvez calma calada
A sonora calma do esporro começando a comer
Quase um face a face entre o singelo som da arte
E a estrela farta das coisas amargas do simples sutil se esconder
Mas não se assuste,vá!
É só meu sentido de ir, morar.
Cale-se um instante!
É só ouvir e cantar cantante
É ser alma arrancada da terra que dói até de ler
Veja a calma do eterno segredo
Do simples morrer sem ter medo
O mundo é contrário ao urro de quem não quer morrer.
Abra sua alma
A calma é o velho som de ter medo
Ria e chore se for cedo
Espere acordado o sentido sutil de viver
Vá entender, se informar
Só há um destino
Um despertar.
É um vislumbre, é um start
Talvez calma calada
A sonora calma do esporro começando a comer
Quase um face a face entre o singelo som da arte
E a estrela farta das coisas amargas do simples sutil se esconder
Mas não se assuste,vá!
É só meu sentido de ir, morar.
Cale-se um instante!
É só ouvir e cantar cantante
É ser alma arrancada da terra que dói até de ler
Veja a calma do eterno segredo
Do simples morrer sem ter medo
O mundo é contrário ao urro de quem não quer morrer.
Abra sua alma
A calma é o velho som de ter medo
Ria e chore se for cedo
Espere acordado o sentido sutil de viver
Vá entender, se informar
Só há um destino
Um despertar.
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