Eu sinto muita falta
Jogado a mim mesmo sugiro desesperos enquanto prevejo meu fim
Me calo por vezes como quem apreende o futuro em silêncios apavorantes.
Me apavora o silêncio
Quase como Pascal, temo não os espaços infinitos,
Mas seu silêncio.
Temo o silêncio dos espaços e das coisas
Me assusta o que não se diz.
Sou filho da voz,
Comunico,
Costuro palavras e razões, sugiro, encontro, disseco
Explodo,
Sou de paixões devoradoras
Todas ditas.
Eu sinto muita falta
Sou das saudades
Me perco no outro
Sou desses
Desconfio do futuro se não dito, se não tocado
Impaciento-me no aprender, no apreender as lições não ditas
Não contemplo
Movo-me
Gosto de achar que pra dentro de ti.
Sinto muita falta.
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terça-feira, março 27, 2012
domingo, março 25, 2012
Na arte que desenha-te em mim
A flor das horas envolve-me em tempo
As estrelas me tornam um sol de saudade
E o vento cobrindo meus pés, meus passos
Lambusa-me do cansaço de estrada
De mundo, de arte.
O duro de ir é não ver-te
No entanto as nuvens, montanhas, são parte de ti
E a festa que descobre meu olhar
É o livre do sonho
A criar a parte da arte em ti.
A flor das horas me torna sossego
O tempo constrói soluções pras bobagens
E o vento desenha meus pés nos riachos
Me sonho invenção e espaço
E torno-me inteiro saudade.
O som do riso, de ti, do fogo queimando meu peito com o ver-te a ser
A lis das tantas estrelas
A mais linda
A sorridente lua
A magia que torna-me novo a me ser.
O duro do tempo, do espaço e do canto
Deságua num amor de coragem em mim
E é festa de ver-me em ti, no luar
No sonho, do calor, no voar
Na arte que desenha-te em mim.
As estrelas me tornam um sol de saudade
E o vento cobrindo meus pés, meus passos
Lambusa-me do cansaço de estrada
De mundo, de arte.
O duro de ir é não ver-te
No entanto as nuvens, montanhas, são parte de ti
E a festa que descobre meu olhar
É o livre do sonho
A criar a parte da arte em ti.
A flor das horas me torna sossego
O tempo constrói soluções pras bobagens
E o vento desenha meus pés nos riachos
Me sonho invenção e espaço
E torno-me inteiro saudade.
O som do riso, de ti, do fogo queimando meu peito com o ver-te a ser
A lis das tantas estrelas
A mais linda
A sorridente lua
A magia que torna-me novo a me ser.
O duro do tempo, do espaço e do canto
Deságua num amor de coragem em mim
E é festa de ver-me em ti, no luar
No sonho, do calor, no voar
Na arte que desenha-te em mim.
Luciana
A lida da partida, o sorriso, o sal, o sol da ida
O corpo detalhando a marca do amor
O riso
O salto no espaço
O Voo, o medo, a linha de montanhas.
Textura de sentidos disponíveis sob os dedos
O peso, a forma, o desejo, a cor de amores
O vermelho que ruge
O Rouge da cor vermelha da França.
Sentada sob o astro em São Paulo
Ao sul do veio de ouro de mil mares
De canoas e Fortalezas infindas
Pintada em nuvem
O preto na pela alva
A alma já canta.
Saudade de sorriso, de textura, de cor, de feminino
Na cor destas montanhas, nas curvas do mar
Das cores
Desejo-me mar
Me entrego, me afogo
Me sou todo dela
Luciana.
O corpo detalhando a marca do amor
O riso
O salto no espaço
O Voo, o medo, a linha de montanhas.
Textura de sentidos disponíveis sob os dedos
O peso, a forma, o desejo, a cor de amores
O vermelho que ruge
O Rouge da cor vermelha da França.
Sentada sob o astro em São Paulo
Ao sul do veio de ouro de mil mares
De canoas e Fortalezas infindas
Pintada em nuvem
O preto na pela alva
A alma já canta.
Saudade de sorriso, de textura, de cor, de feminino
Na cor destas montanhas, nas curvas do mar
Das cores
Desejo-me mar
Me entrego, me afogo
Me sou todo dela
Luciana.
sexta-feira, março 09, 2012
Ao sol me vê
É tanto o destino
É breve
É flor, é silvestre
É alma que amansa.
Estradas e sóis, vozes, leves
Canções que aparecem e riem em sins
E dores e amores que erguem
Estrelas e breves vontades sem fim.
Vez em quando a palavra saudade me faz frágil
Invade
Me assusta assim
E só teu amor me cura e ao sol me vê.
PS: Um dos meus presentes de aniversário diários até o dia 12 pra minha borboleta.
terça-feira, novembro 22, 2011
No peito e imaginação
Meu desejo é de mar, de fome de ir
Espero a avenida do mundo se abrir
E os ventos das emoções rasgarem o medo de Deus
E em filmes e revoluções fazerem vida, poesia e leis
Rasga a terra com o sol de uma mão
Faz-se palavra de riso e lida, de honra e paixão.
E o vento e a paz que vejo sorrir
É deslindar alegria no plano de ir
Andando com o sol na mão
Ventando no som que vem
Toando um violão, plantando gente, folha e um sol cortês.
Haja terra e sonho de chão
Pra plantar palavra vida no peito e imaginação.
Espero a avenida do mundo se abrir
E os ventos das emoções rasgarem o medo de Deus
E em filmes e revoluções fazerem vida, poesia e leis
Rasga a terra com o sol de uma mão
Faz-se palavra de riso e lida, de honra e paixão.
E o vento e a paz que vejo sorrir
É deslindar alegria no plano de ir
Andando com o sol na mão
Ventando no som que vem
Toando um violão, plantando gente, folha e um sol cortês.
Haja terra e sonho de chão
Pra plantar palavra vida no peito e imaginação.
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