Nomes Sol
Ardem palavras entre azuis
E qual fogo o vento grassa em letras
Some a cruz.
Os céus tão nus levam-me terra aos pés
E toda a Terra é filha grata das cores, da luz.
Noto-me de Rio e infindo o Rio leva-me ao mar
Mar de correnteza, corpo areia, mar na veia.
Calmo, o som do homem é chão
A flor de sua paixão é esperança, é cheia
Lua clarim, ilusão, espantosa visão das belezas, das teias
Que trançam esta visão apaixonada da cor, do amor e da vida
E a própria luz viva
É um sol, o sol que o olhar mal traduz
E faz-se novo
Em Rio, em mar, em vida, ausente a cruz.
Mostrando postagens com marcador Marcha da Liberdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcha da Liberdade. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, junho 30, 2011
segunda-feira, junho 06, 2011
Marchas
Voar, explodir,
Torna-se muita gente esperando na estação.
Gritar, grunhir, esfregando os olhos de choro e de paixão
Transformar mundos de Marte até o seu lugar
Se transformar em imensidão.
Cantar, ouvir, beijar, amar sendo do fogo o incendiar
Correr, tossir
Doer no urro e no lacrimejar
Dar com as costelas no brucutu feliz
Ser só raiz
Radicalizar.
Coisas, mil pessoas, mundos, fundos vão marchar
Sorte dessa vida que há o ir
Contra qualquer arma e amarrar
Contra o murro a nos proibir.
Ir lá, curtir, andar feito um tonto dos mais tontos dos sem Deus
Curar e rir a dor dos elefantes sobre os sonhos seus
É um dia e uma cidade a fazer-nos ver que somos ser e multidão.
Abram suas bocas e cidades, vamos ir
Sobre toda forma de esmurrar
Sonhos que lutamos pra construir
Gritos que urramos pra gritar!
E zás! Sumir!
Voando entre unicórnios e plebeus
Moer com um rir cavalos e soldados tortos, seu rei e seu Deus
Recuperar a pele, o sonho, o alvo e o caminhar
Porque há mais o que fazer...
Torna-se muita gente esperando na estação.
Gritar, grunhir, esfregando os olhos de choro e de paixão
Transformar mundos de Marte até o seu lugar
Se transformar em imensidão.
Cantar, ouvir, beijar, amar sendo do fogo o incendiar
Correr, tossir
Doer no urro e no lacrimejar
Dar com as costelas no brucutu feliz
Ser só raiz
Radicalizar.
Coisas, mil pessoas, mundos, fundos vão marchar
Sorte dessa vida que há o ir
Contra qualquer arma e amarrar
Contra o murro a nos proibir.
Ir lá, curtir, andar feito um tonto dos mais tontos dos sem Deus
Curar e rir a dor dos elefantes sobre os sonhos seus
É um dia e uma cidade a fazer-nos ver que somos ser e multidão.
Abram suas bocas e cidades, vamos ir
Sobre toda forma de esmurrar
Sonhos que lutamos pra construir
Gritos que urramos pra gritar!
E zás! Sumir!
Voando entre unicórnios e plebeus
Moer com um rir cavalos e soldados tortos, seu rei e seu Deus
Recuperar a pele, o sonho, o alvo e o caminhar
Porque há mais o que fazer...
Assinar:
Postagens (Atom)


