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sexta-feira, novembro 04, 2011

Oposição

Um divino, um sentido, giz
Um segundo de dor, um chão
Uma cor, um olhar, a liz de pequena vã emoção
E o mar me faz nascer
A voz do fogo é ver
E a cor me dá razão
A luz só faz sentido se for em oposição.


quarta-feira, setembro 07, 2011

Aqueles novos ontens e velhos hoje.

Um sol que esbarra no espaço algum do ser
Estrela desconexa de abrir diário
Janela aberta e o vento vem dizer um segredo surdo de vocabulário.

Espalho detrás dos morros um sorriso azul
Espelho o lugar e o mar que as estrelas algo em cheio sorriem
Ao me mostrar assim um sonho de inventar mundo e cor
Vôo ao longe no meu próprio andar
Aberto ao bom de ir e vir, cantar
Em meio ao surgir das conversas sobre os tantos mundos
Os Ontens e novos hoje.

É velho o sorriso de mundos que não são meus
É doce o descobrir em silencio os tons exatos
As luas e ruas transitam no mesmo apreço
Dos lúdicos motins e lutas vermelhos diários.

Imagino um mar tricolor, um sonho, um som ao sul
Espalho o luar, o brincar de Laranjeiras
Arco-íris de rir
Brinco de ir e vir no vento ao sol
Em um vapor de café feito com um doce olhar
à lus das horas tudo é um passar
E vem aquela boa conversa
Aqueles novos ontens e velhos hoje.

domingo, agosto 14, 2011

O mau humor é ver e rir mais grande

Um mais um
Uma forma de ar
Um segundo de ser
Há até minutos antes
E na dor, no olhar, no sol, no cão, no chão
Na rua grande
Enfim o fim faz nascer mais lado nas briga, nas buscas, nas lidas que nascem antes.

E o sim do mar e do carnaval não parece longe
Assim que nós criar pata de patamar brilhante
E enfim o fim se doura na suburbana forma de olhar distante
Balanço Oxum no azul da cor do Oxóssi
Logun não gosta e grita grande.

Desdizer, não dizer
Dizer faz mal
Vou nascer e ver o Zumbi antes
Madureirou o som do tom de amar
A forma de andar no sol
O mau humor é ver e rir mais grande.