Um divino, um sentido, giz
Um segundo de dor, um chão
Uma cor, um olhar, a liz de pequena vã emoção
E o mar me faz nascer
A voz do fogo é ver
E a cor me dá razão
A luz só faz sentido se for em oposição.
Mostrando postagens com marcador Oxóssi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Oxóssi. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, novembro 04, 2011
quarta-feira, setembro 07, 2011
Aqueles novos ontens e velhos hoje.
Um sol que esbarra no espaço algum do ser
Estrela desconexa de abrir diário
Janela aberta e o vento vem dizer um segredo surdo de vocabulário.
Espalho detrás dos morros um sorriso azul
Espelho o lugar e o mar que as estrelas algo em cheio sorriem
Ao me mostrar assim um sonho de inventar mundo e cor
Vôo ao longe no meu próprio andar
Aberto ao bom de ir e vir, cantar
Em meio ao surgir das conversas sobre os tantos mundos
Os Ontens e novos hoje.
É velho o sorriso de mundos que não são meus
É doce o descobrir em silencio os tons exatos
As luas e ruas transitam no mesmo apreço
Dos lúdicos motins e lutas vermelhos diários.
Imagino um mar tricolor, um sonho, um som ao sul
Espalho o luar, o brincar de Laranjeiras
Arco-íris de rir
Brinco de ir e vir no vento ao sol
Em um vapor de café feito com um doce olhar
à lus das horas tudo é um passar
E vem aquela boa conversa
Aqueles novos ontens e velhos hoje.
Estrela desconexa de abrir diário
Janela aberta e o vento vem dizer um segredo surdo de vocabulário.
Espalho detrás dos morros um sorriso azul
Espelho o lugar e o mar que as estrelas algo em cheio sorriem
Ao me mostrar assim um sonho de inventar mundo e cor
Vôo ao longe no meu próprio andar
Aberto ao bom de ir e vir, cantar
Em meio ao surgir das conversas sobre os tantos mundos
Os Ontens e novos hoje.
É velho o sorriso de mundos que não são meus
É doce o descobrir em silencio os tons exatos
As luas e ruas transitam no mesmo apreço
Dos lúdicos motins e lutas vermelhos diários.
Imagino um mar tricolor, um sonho, um som ao sul
Espalho o luar, o brincar de Laranjeiras
Arco-íris de rir
Brinco de ir e vir no vento ao sol
Em um vapor de café feito com um doce olhar
à lus das horas tudo é um passar
E vem aquela boa conversa
Aqueles novos ontens e velhos hoje.
Postado por
Na Transversal do Tempo - Acho que o amor é a ausência de engarrafamento
às
2:02:00 PM
Nenhum comentário:
Marcadores:
calor,
canção,
Cantar,
cidade,
cotidiano,
desejo,
Lua,
Luta,
luz,
Oxóssi,
Oxum,
poesia,
Praças,
praia,
reencontro
domingo, agosto 14, 2011
O mau humor é ver e rir mais grande
Um mais um
Uma forma de ar
Um segundo de ser
Há até minutos antes
E na dor, no olhar, no sol, no cão, no chão
Na rua grande
Enfim o fim faz nascer mais lado nas briga, nas buscas, nas lidas que nascem antes.
E o sim do mar e do carnaval não parece longe
Assim que nós criar pata de patamar brilhante
E enfim o fim se doura na suburbana forma de olhar distante
Balanço Oxum no azul da cor do Oxóssi
Logun não gosta e grita grande.
Desdizer, não dizer
Dizer faz mal
Vou nascer e ver o Zumbi antes
Madureirou o som do tom de amar
A forma de andar no sol
O mau humor é ver e rir mais grande.
Uma forma de ar
Um segundo de ser
Há até minutos antes
E na dor, no olhar, no sol, no cão, no chão
Na rua grande
Enfim o fim faz nascer mais lado nas briga, nas buscas, nas lidas que nascem antes.
E o sim do mar e do carnaval não parece longe
Assim que nós criar pata de patamar brilhante
E enfim o fim se doura na suburbana forma de olhar distante
Balanço Oxum no azul da cor do Oxóssi
Logun não gosta e grita grande.
Desdizer, não dizer
Dizer faz mal
Vou nascer e ver o Zumbi antes
Madureirou o som do tom de amar
A forma de andar no sol
O mau humor é ver e rir mais grande.
Assinar:
Postagens (Atom)


