Um sol que esbarra no espaço algum do ser
Estrela desconexa de abrir diário
Janela aberta e o vento vem dizer um segredo surdo de vocabulário.
Espalho detrás dos morros um sorriso azul
Espelho o lugar e o mar que as estrelas algo em cheio sorriem
Ao me mostrar assim um sonho de inventar mundo e cor
Vôo ao longe no meu próprio andar
Aberto ao bom de ir e vir, cantar
Em meio ao surgir das conversas sobre os tantos mundos
Os Ontens e novos hoje.
É velho o sorriso de mundos que não são meus
É doce o descobrir em silencio os tons exatos
As luas e ruas transitam no mesmo apreço
Dos lúdicos motins e lutas vermelhos diários.
Imagino um mar tricolor, um sonho, um som ao sul
Espalho o luar, o brincar de Laranjeiras
Arco-íris de rir
Brinco de ir e vir no vento ao sol
Em um vapor de café feito com um doce olhar
à lus das horas tudo é um passar
E vem aquela boa conversa
Aqueles novos ontens e velhos hoje.
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quarta-feira, setembro 07, 2011
Aqueles novos ontens e velhos hoje.
Postado por
Na Transversal do Tempo - Acho que o amor é a ausência de engarrafamento
às
2:02:00 PM
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terça-feira, junho 28, 2011
Sem medo de dizer que sim
De dormir o sonho fez-se canto de uma vida
Um riso, um rasgo, um grito de torcida
Um universo feito só de coração.
Um só ir
Caminhos construídos por destinos
Por urros ganhos no grito, no ritmo
De bandeiras de um vermelho surreal.
A fazer
Há mundos,outros mundos tão possíveis
Há atos e memórias invisíveis
Arcos-íris feitos por braços e sins.
Há tanto vento a ser voar
Há tantas vozes a dizer "sem fim"
Há jeitos imensos de querer ser mar
Sem medo de dizer que sim.
Um riso, um rasgo, um grito de torcida
Um universo feito só de coração.
Um só ir
Caminhos construídos por destinos
Por urros ganhos no grito, no ritmo
De bandeiras de um vermelho surreal.
A fazer
Há mundos,outros mundos tão possíveis
Há atos e memórias invisíveis
Arcos-íris feitos por braços e sins.
Há tanto vento a ser voar
Há tantas vozes a dizer "sem fim"
Há jeitos imensos de querer ser mar
Sem medo de dizer que sim.
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