No mundo, rumos, ais, distúrbios
Em férteis sóis, amplexos
Asso ritmado o comum
Como um súbito som de murro
E urro o surdo sinal do ritmo
No vil vislumbre do cínico som do "só?"
No risco imenso , comum
Do crime infecto, qual pús
Ser a ponta da ilusão que oculta horrores.
Mostrando postagens com marcador crônica de cotidiano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crônica de cotidiano. Mostrar todas as postagens
sábado, janeiro 07, 2012
segunda-feira, novembro 14, 2011
Glória
Me dê Tucídides, nega!
Se sacoleje no mar
Esconda velhos segredos, me deixe apenas flanar!
O rumo é um surdo marcando o jogo
Estrelas cansam seja o que for
Se há um risco ele é doloso
E a calma é o erro do autor
Me deixe quieto na cama
Olhe ao redor faça o favor,
E conte uma História nova.
Suspire aos sóis, desescandalize,
Inspire uma revolta , despiste
Há horas em que manter a calma é prévia de tomar porrada.
Mê dê Rodrigues, nega!
Suspire o enfermo pesar!
Cantarole um degredo,
Me dê um verso de cantar!
Se há futuro, ele é doloso
Esperas cansam, correr dá calor
E todo risco é de bom gosto e acalma o sentido da dor.
Me espere e evite dramas
Olhe ao redor faça o favor
E veja se chegamos à Glória.
Se sacoleje no mar
Esconda velhos segredos, me deixe apenas flanar!
O rumo é um surdo marcando o jogo
Estrelas cansam seja o que for
Se há um risco ele é doloso
E a calma é o erro do autor
Me deixe quieto na cama
Olhe ao redor faça o favor,
E conte uma História nova.
Suspire aos sóis, desescandalize,
Inspire uma revolta , despiste
Há horas em que manter a calma é prévia de tomar porrada.
Mê dê Rodrigues, nega!
Suspire o enfermo pesar!
Cantarole um degredo,
Me dê um verso de cantar!
Se há futuro, ele é doloso
Esperas cansam, correr dá calor
E todo risco é de bom gosto e acalma o sentido da dor.
Me espere e evite dramas
Olhe ao redor faça o favor
E veja se chegamos à Glória.
Postado por
Na Transversal do Tempo - Acho que o amor é a ausência de engarrafamento
às
10:59:00 PM
Nenhum comentário:
Marcadores:
absurdo,
aprendizado,
arte,
bolivia,
boteco,
burrice,
Cantar,
cores,
critica,
crônica de cotidiano,
desejo,
Despertar,
Destino,
Esfinge
quarta-feira, julho 13, 2011
O tema de "O Astro" é uma perfeita descrição de sua época
Aula de João Bosco e Aldir Blanc na criação de uma descrição de personagem e mais, de um personagem em um Rio de Janeiro em fins da década de 1970. A grandiloquência da música, o teor canastrão da letra é perfeito, uma poesia perfeitamente descritiva. Aldir segue a escola Noel de Vila Isabel e faz uma perfeita descrição poética do cotidiano através de um personagem. E ainda demarca a época com perfeição sem ser datada.
A letra:
Em setembro
A letra:
Em setembro
Se Vênus me ajudar
Virá alguém
Eu sou de virgem
E só de imaginar
Me dá vertigem
Minha pedra é ametista
Minha cor, o amarelo
Mas sou sincero
Necessito ir urgente ao dentista
Tenho alma de artista
E tremores nas mãos
Ao meu bem mostrarei
No coração. Um sopro e uma ilusão
Eu sei
Na idade em que estou
Aparecem os tiques, as manias
Transparentes Transparentes
Feito bijuterias
Pelas vitrines
Da Sloper da alma
Assinar:
Postagens (Atom)

