terça-feira, abril 08, 2003

Fonte: São Lourenço On Line

OUTRO " CAUSO " DO TIÃO BARBEIRO



Diz que certa vez, apareceu um peão na Fazenda do Café Rizza, procurando trabalho. Por uma coincidência danada, o capataz disse que estava precisando de um retireiro, já que o de antes tinha se mudado para Freitas.


O peão não cabia de contente e disse que a coincidência era maior ainda, pois a vida inteira tinha sido retireiro e era o que mais gostava de fazer em fazenda.


O capataz explicou que era só meia dúzia de vacas leiteiras, mais para uso na própria fazenda. Disse para ele pegar cedo e levar o leite retirado para a casa-sede. Mostrou ao peão o curral das bichinhas e onde ficava a corda, o balde e o banquinho. O peão, feliz da vida, disse que o patrão não ia se arrepender.


No dia seguinte, já passava das sete da manhã e nada do peão aparecer na sede trazendo a produção de leite. O capataz preocupado, foi até o curral saber o que estaria acontecendo. Chegando lá, encontrou o peão segurando e conversando com a vaca.


Foi logo perguntando:


- Cumé qui é Zé, cadê o leite?


O peão desolado respondeu:


- Ô patrão, amarra us pé da vaca, amarrei. O bardi 'táqui direitinho. Mai convencê a bichinha a sentá nu banquinhu, 'tá difícil demaiiisssss!


Diz o Tião, que o " causo " é verdadeiro e completa:


- Verdade acontecida.


Duvidei, mas é possível.


Deve ter sido mais ou menos o que aconteceu com as mudanças no trânsito de São Lourenço. Diz que foi especialista que fez. Mas foi uma mudança tão tímida e atabalhoada, que dá pra gente duvidar.Como especialista de trânsito, quem bolou as mudanças deve ser um excelente retireiro.

São Lourenço é uma cidade turística, que pela lógica, recebe turistas. Principalmente de São Paulo e Rio de Janeiro, cidade onde as normas de trânsito, são conhecidas e universais. Avenidas de duas pistas, como a Comendador Costa, em qualquer lugar do mundo, tem uma mão que vai e outra que vem. Aqui não. Estacionamento em vias públicas, se dá sempre pelo lado direito. Na Europa ou nos States, mão única, é na rua inteira e não por apenas cinqüenta ou cem metros apenas. A mais de cinqüenta anos, que em qualquer estância turística, cavalos, charretes e carroças, são proibidos de circular pelos centros urbanos. Aqui em São Lourenço, não. Charrete pode até andar na contra-mão. Ruas com menos de nove metros de largura, como a Batista Luzardo, sempre são de mão única. Aqui não, é mão dupla, passa ônibus e muitos caminhões de entrega, além de poder estacionar de um lado da rua. É só fazer as contas das larguras de ônibus, caminhões e carros, mais um afastamento de pelo menos cinqüenta centímetros entre um e outro e chega-se a conclusão, que matematicamente é impossível. Mas é só matematicamente, pois 'tá lá prá conferir.



Perdemos a oportunidade de se fazer mudanças de verdade em nosso trânsito. Era a hora de se instalarem, em três ou quatro cruzamentos, semáforos que em muito ajudariam na fluência do trânsito. Já passou da hora de se instalarem nos principais cruzamentos, faixas de pedestres, em sinal de respeito e educação para com os turistas, da cidade, que se diz o paraíso da terceira idade. Tímidas, precárias, amadoras e medrosas, as mudanças implantadas.




Adorni Jr.



Fonte: Globonews

Terça-feira, 08/04/2003 - 10h55m Atualizado às 11h13m

EUA atacam provável esconderijo de Saddam e controlam várias sedes do poder iraquiano em Bagdá




Soldado americano acena de dentro do Palácio Republicano de Saddam

BAGDÁ - Forças dos EUA e do Iraque se envolveram em violentas batalhas em Bagdá nesta terça-feira enquanto funcionários do governo de George W. Bush diziam, em Washington, ter esperança de que um ataque aéreo na capital tenha matado o presidente Saddam Hussein. Um bombardeiro B-1 americano despejou quatro bombas destruidoras de bunker de 900 quilos cada - na madrugada do 20º dia da guerra - sobre um restaurante no bairro residencial de Al-Mansour, onde estaria Saddam. Uma cratera de 18 metros de profundidade, fumegante, foi tudo o que restou de três prédios atingidos.


As bombas, desenhadas para penetrar em estruturas subterrâneas antes de detonar, foram lançadas depois que os EUA receberam informações de que Saddam estaria no local com seus dois filhos, Uday e Qusay. Agências de notícia afirmaram que iraquianos retiraram dois corpos dos escombros, mas não havia informações sobre o número ou a identidade dos mortos.


- Achamos que o ataque foi eficiente em destruir a instalação - disse o general de brigada Vincent Brooks, no Comando Central dos EUA no Qatar. - A respeito de quem estava no prédio e quais são suas condições, levará tempo para saber. Podemos nunca saber quem estava presente - afirmou ele.


'Saddam irá embora' - Um funcionário de alto escalão da Casa Branca, no entanto, disse que o governo estava "moderadamente esperançoso" de que o presidente iraquiano tenha sido morto. Outro foi mais cauteloso e afirmou que apesar de haver dados confiáveis de que a cúpula do regime iraquiano estava no local, não era possível saber "se Saddam estava lá". Brooks disse que os EUA não sabiam quem estava no comando do Iraque neste momento. O presidente Bush - que está na Irlanda do Norte com o aliado Tony Blair - disse não saber se Saddam tinha sobrevivido. Bush afirmou, no entanto, estar certo de que o líder iraquiano estava perdendo o poder.


- Saddam Hussein irá embora - disse ele, ao lado de Blair, em Belfast. - Pode ter sido ontem, não sei, mas ele irá.


O serviço secreto americano soube do local da reunião de cúpula do Iraque na manhã de segunda-feira e passou a informação ao Comando Central. O bombardeiro B-1 já estava no ar e "muito rapidamente", segundo os oficiais americanos, lançou quatro bombas sobre o alvo antes de haver tempo para que alguém deixasse o prédio. As primeiras bombas da guerra, no dia 20 de março, também foram dirigidas a Saddam, seus filhos e principais aliados, no chamado "ataque de decapitação".


Um dia depois de entrar no coração de Bagdá com tanques e veículos blindados, capturando dois dos opulentos palácios de Saddam na margem direita do Rio Tigre, as forças do Exército dos EUA consolidaram sua posição na capital, enquanto fuzileiros navais abriam com batalhas seu caminho rumo ao centro da cidade vindos do sudeste. As batalhas desta terça-feira duraram sete ou oito horas, envolvendo tanques americanos e soldados da 3ª Divisão de Infantaria que se moveram rumo ao norte vindos do Palácio Republicano (principal escritório de Saddam), um dos capturados na manhã de segunda-feira.


Controle ampliado - Houve contra-ataque iraquiano a unidades da infantaria americana que controlam o Palácio Republicano. Tiros de fuzis e rifles, artilharia, mísseis e morteiros foram disparados. Citando o capitão Philip Wolford, comandante da Companhia A do 4º Batalhão da 3ª Divisão de Infantaria, agências de notícia disseram que tanques e outros veículos blindados dos EUA tinham derrotado os iraquianos - que haviam cruzado o Rio Tigre para atacar na margem leste.


As batalhas desta terça-feira deixaram os EUA em controle aparentemente firme de uma área que envolve as principais sedes do governo iraquiano. A região compreende cerca de 2 quilômetros na margem esquerda do Rio Tigre e cerca de 1,6 quilômetros na margem direita. Estão na área vários palácios presidenciais e ministérios - incluindo o da Informação e o do Planejamento, a TV e a rádio e os hotéis Al-Rashid e Mansour.



Criança ferida em ataque aéreo contra distrito de Al-Mansour em Bagdá

Os fuzileiros navais americanos, por sua vez, capturaram um aeroporto militar na periferia leste de Bagdá nesta terça-feira, depois de o local ter sido aparentemente abandonado por forças iraquianas que teriam batido em retirada.


Apesar das derrotas, o ministro da Informação do Iraque, Mohammed Said al-Sahaf permanecia desafiador, dizendo a jornalistas que seu país iria "destruir os invasores".


- Eles se renderão ou serão enterrados em seus tanques - disse.

Se quiserem mais dados sobre o Megacycle, Cliquem.

Seguinte. :SL (:São Lourenço, para maiores informações vá no São Lourenço on line ) é uma cidade prozaica e muito conhecida por quem é do Rio ou de SP. Terra das águas minerais ( Ou mineirais, como queiram), possui um dos maiores lençóis, senão o maior, de água mineral do mundo.

Eu quero falar só do evento que rolou no último fim de semana que eu fui pra lá ( Visitar a namorada, que mora lá, enquanto eu pasto na cidade grande cheia de tiro pra dar, o Rio.Embora eu ame essa cidade, quero morar lá que é mais tranqüilo.), mas acho que depois vou dar uma breve inserção do povo nos problemas, seríssimos, de lá.

Rolou neste fim de semana último o MegaCycle ( Evento Brazuca com nome de gringo, macaquice), que é um evento que reúne aficionados por motos de todos os lugares do Brasil e rolam shows e apresentações de bandas, acrobatas motorizados, ciclistas acrobatas,entre outras coisas, maneiraço. Gostei basicamente do Rock n' Roll rolando direto, do visual dos caras e do clima de liberdade rolando, embora alguns pregos cismassem em colocar egüinha pocotó pra ver se comiam alguém.

O visual do povo, que é duca, não inibiu que rolassem ums posers tb, de roupinha de couro, como tiazinhas mecanizadas. Acho interessante como dá pra percebr quando o cara É esquisito, e quando o cara, posa de esquisito pra ver se dá show. Normalmente o esquisito natural, o cara outsider mesmo, dá show, o poser posa.

Voltando ao que interessa.O Mega Cycle foi interessante, sem entrar no evento em si, mas olhando o povo circular e colocar seus rocks pra fora, por ter dado um sopro novo na cidade principal da velhice mundial, a capital da terceira idade.

A Cidade recebe em geral só velhinho,nada contra,mas que inibie um crescimento maior do turismo local, pois a cidade tem mais a oferecer. Neste evento a cidade ganhou um sopro de vida inteligente, um sopro de diversidade, pois não só jovens meninos estiveram lá, mas jovens quarentões e cinquentçoes, com suas possantes, mandaram ver na praça. Interessante é que a molecada de lá é mais prega que a do Rio, é uma cópia ruim do que rola aqui, com a alienação, o mau gosto musical e a pose de brabo.Com os motoqueiros lá a coisa meio que amainou, porque a maioria dos aficionados de moto se posicionaram numa paz incrível e deixaram rolar os rocks, o comportamento descompromissado e a curtição por curtir, afinal, existem mais coisa além do sexo e da apresentação de corpos sem conteúdo..Bem é isso. Sorry o texto maomenos.



Voltei, sem ressaca e cheio de amor pra dar. Eu crio minha própria maneira de assaltar com estilo, com fontes, dentro em pouco estarei dando notícias de meu caminho pelo mundo ( Bem, pra São Lourenço, aqui alcunhada de :SL, mas é mais mundo que ficar só no Rio).

Depois da decadência de ter postado teste lixão eu estou de volta, e sem ressaca.

Fonte: Mau Humor

sexta-feira, março 28, 2003

Tô numa ressaca brabérrima, sinistra, doidaça.
Qual Apresentador Mala Você É?


Eu sou um merda.
Cara, que merda, eu sou o Bush.



Que grande personalidade de nosso tempo você é?




Que acessório sexual você é?

Essa eu gostei.


Que Banda Morta-Viva Você É?
Cara eu sou um nerd, o que eu vou dizer em casa?


Que rótulo idiota te define como pessoa?

terça-feira, março 25, 2003

Cara, sinceramente eu não estou bem. Tô de saco cheio do universo.É uma merda quando vc coloca desabafos num texto e trabalha ele buscando que as pessoas interajam com você, numa boa, colocando o papel das religiões como forma de vida e nãop de estagnação e vem alguém próximoa ocê, mal lê o que vc escreve e deita o pau.

quinta-feira, março 20, 2003

quarta-feira, março 19, 2003

É o cowboy começou mesmo a merda. Eu acho que essa guerra via durar uns 6 meses no mínimo.O Saddam não vai entregar o chapéu assim e vai usar armas químicas, se durar a guerra pode te ro apoio de outros estados árabes, bem é minha análise, e aí fudeu!.
Cara, começou a porra da guerra, e o pior, interromperam o jogo do Flu e do Vasco.O filho da puta do Bush só faz merda mesmo, faltavam só 5 minutos.
É triste, mas é verdade. Família ssão um câncer, só dá problema.
é última roubada, eu assumo, Mau humor tb:

Seção Confúncio não disse 35



O que urge fazer: afogar o último ganso nas entranhas da última piranha!
Do Mau Humor tb:

ASPONU (Associação de Porra Nenhuma Unidas)



Sugestões para melhor utilização da ONU:

1) Bingo

Cara, isso é perfeito, e é do Mau Humor

sábado, março 15, 2003

ooooooooooooooo L ÉÉÉÉÉÉÉÉEÉ
o o L É
o o L ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ
o o L É
o o L É
o o L É
ooooooooooooooo L LLLLLLLLLLLL ÉÉÉÉÉÉÉÉÉE
Destruindo urubus

Flusão 4X0 Menguinho , maneiro matar Urubu:



Plágio safado, ausência total de ética, falta de vergonha na cara, tudo isso é mínimo se a gente olhar pelo lado do imenso desrespeito profissional que a SRa. Mácia Peltier cometeu,além disso falta de humildade dessa colunista social de quinta categoria que cismou de brincar de jornalista. O JB deveria demitir ela imediatamente.
Cara, eu tenho que ser justo e publicar o que o Pedro Doria escreveu sobre a vergonha que foi feita com o texto dele no No Mínimo, sacanagem pura:

Plágio é plágio




14.Mar.2003 |

Márcia, querida,

No início desta semana, tive a desagradável surpresa de ler metade de meu texto "Em nome do dólar", esquartejado em sete notas, transcrito na coluna que você assina com seu nome – Márcia Peltier – no Jornal do Brasil.

Hoje a surpresa foi um cadinho mais desagradável, quando você publicou isto:

Foi mal

Fiando-se nas informações de um velho conhecido, o empresário Sérgio Costa e Silva, que acabava de chegar de uma viagem ao Irã, esta coluna publicou, na terça-feira, uma série de notas alusivas à crise que tem o Iraque como epicentro.

No dia seguinte, ficou constatado que circulava na internet uma matéria, com as mesmíssimas informações e trechos idênticos, assinada pelo jornalista Pedro Doria.

Para piorar as coisas, sabe-se, agora, que a fonte de todas as informações é um artigo que circula na internet desde janeiro, escrito por Walter Clark – um estudante de comunicação americano – e desenvolvido com base em sua tese de pós-graduação.

A coluna pede desculpas aos leitores pelo escorregão.

É plágio, Márcia, vamos chamar pelo nome. Ninguém cobrou de você uma resposta, ou um pedido de desculpas. Ninguém a ameaçou com processo. Virou piada. Mas o texto publicado em sua coluna é meu. Eu o escrevi. Você surrupiou as frases.

Um jornalista depende de três coisas. Daquilo que ouve, daquilo que lê e da capacidade de contar num texto sua história. No fim das contas, nenhum jornalista é dono da informação. A profissão tem por objetivo justamente o contrário: o que fazemos é tornar informação pública. O que sobra ao jornalista, no fim das contas, é o texto, seu estilo.

O nascedouro

"Em nome do dólar" nasceu do toque de um amigo economista. Pautas surgem assim. Ele me dizia para prestar atenção na disputa entre euro e dólar a partir da transição do Iraque, que – você sabe – passou a vender seu petróleo na moeda européia. Tendo isto em mãos, fiz o que muito jornalista faz hoje em dia: fui no Google apurar.

Entre as muitas coisas que encontrei, estava lá o artigo, excelente, de William Clark. Mas estavam lá, também, coisas como o relatório público da Inteligência indiana a respeito da provável Guerra que, possivelmente, Clark também leu:

Nos anos 1970, não havia alternativa ao dólar. Em 1o de janeiro de 1999, a alternativa surgiu na forma do euro […] Então, em novembro de 2000, quando o euro estava 30% abaixo do dólar, o Iraque exigiu da ONU aprovação para que fosse pago em euros.

O texto é de dezembro de 2002, antecede em um mês ao Clark. Como o de Clark, é uma longa análise econômica da guerra. Mas a questão não começou a preocupar os especialistas em dezembro, com a proximidade da guerra. Veja o caso do artigo "Saddam riu por último", assinado em março de 2001 por Arjun Makhiaji, presidente do Instituto de Pesquisa em Energia e Meio-ambiente, nos EUA.

No último outono, em protesto contra a política dos EUA no Oriente Médio, o Iraque pediu à ONU permissão para fazer pagamentos em euros. Na seqüência, o Irã levantou a possibilidade de fazer o mesmo. Ambos os movimentos ensaiam uma mudança potencial na política de preços da OPEP. Estabelecer o preço do petróleo em euros, ao invés do dólar, poderia causar uma tremenda fuga do dólar.

Mas antes ainda de o Iraque conseguir a autorização da ONU, Steve Hickel, editor do site Gold Eagle, já analisava as potenciais conseqüências, em setembro de 2000.

O Iraque decidiu que não vai mais aceitar dólares por petróleo. Qual você acha que é o efeito disto no dólar e no euro? […] Na minha opinião, nós veremos o dólar comprando euros ao invés de petróleo diretamente. Isso vai reverter a atual relação euro-dólar.

Mas não só os analistas falavam disso; também estava no noticiário, como esta reportagem da Reuters, de 30 de outubro de 2000.

O embaixador do Iraque na ONU, Saeed Hasan, informou hoje que Bagdá vai esperar até o dia 6 de novembro, ao invés de fazer a substituição no dia 1o, conforme anunciado. O Iraque chamou o dólar de moeda dum "Estado inimigo". […] Os contratos para a importação, assim como para a venda de petróleo, estão numa conta em dólar na filial de Nova York do banco francês BNP-Paribas. Mais de 10 bilhões de dólares estão no banco.

A informação é pública, está espalhada pelo mundo a um clique do mouse de quem quiser buscá-la. Não se paga nada por isso. Após a publicação de "Em nome do dólar", o semanário britânico The Observer escreveu sobre o assunto. A ONG norte-americana Green House Peace Project soltou um release sobre o tema. Gilson Schwartz, na Folha de S. Paulo do último domingo,< ahref="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0903200306.htm"> voltou à questão. A disputa entre euro e dólar não é posse de ninguém, é um fato cada vez mais discutido.

O plágio

Do Aurélio:

Plagiar: V.t.d. 1. Assinar ou apresentar como seu obra (artística ou científica) de outrem. 2. Imitar trabalho alheio.

Meu artigo não é plágio do de William Clark, como você insinua sem ter lido Clark, porque muito da informação que listo não está no artigo dele. E a informação que ele usa e que eu também uso está em vários outros cantos da Internet.

A sua coluna é plágio da minha porque o texto é meu.

Vamos lá nota-a-nota.

Você escreve:

Em novembro de 2000, véspera da eleição presidencial nos EUA, o Iraque mudou a moeda com a qual operava suas vendas de petróleo: saiu o dólar, entrou o euro. Foram negociados US$ 10 bilhões de dólares, 15% do PIB iraquiano ou, 0,1% do PIB dos EUA. Em meados de 2001, Saddam trocou, de novo, por euros, US$ 10 bilhões. Parecia pirraça: o euro valia 82 centavos de dólar. Só que aí veio o 11 de Setembro, o fortalecimento da moeda européia e a operação acabou sendo muito lucrativa.

Eu escrevi:

No dia 6 de novembro de 2000, véspera da eleição presidencial nos EUA, o Iraque mudou a moeda com a qual operava suas vendas de petróleo: saiu o dólar, entrou o euro. […] O Iraque tinha bloqueados sob o olho vigilante da ONU, numa conta em Nova York, 10 bilhões de dólares, ou 15% de seu PIB – 0,1% do PIB norte-americano. A conversão das vendas futuras para o euro foi vista como uma pirraça sem sentido. […] Em meados de 2001, vendeu os 10 bilhões de dólares de reservas e trocou-os também por euros. Só que aí veio o 11 de setembro e uma de suas conseqüências foi o crescente fortalecimento da moeda européia. A operação de troca de moeda terminou sendo imensamente lucrativa.

Algumas informações estão no texto de Clark – a comparação com os PIBs respectivos, não. Ao contrário do que você escreveu, o Iraque só fez uma vez a troca dos 10 bilhões.

Você escreveu:

Todo dia são gastos 2 bilhões de dólares com o combustível. Nas previsões otimistas, há petróleo para mais um século. Um quarto do petróleo mundial é consumido pelos EUA: são 20 milhões de barris por dia, ao preço de US$ 28 o barril, em janeiro.

Eu escrevi:

Todo dia são gastos 2 bilhões de dólares com o combustível. Nas previsões mais otimistas, há petróleo para mais um século. Aí acaba. Um quarto disto é consumido pelos Estados Unidos apenas. […] Lá, são 20 milhões de barris por dia ao preço, em janeiro, de 28 dólares a unidade.

Nada disso está no texto de Clark, mas se você der um pulo no site do American Petroleum Institute e fuçar seus relatórios, encontrará dados que sejam mais recentes.

Você escreveu:

A balança comercial dos EUA, em fevereiro, ficou negativa em US$ 31,5 bilhões. E o maior negócio é o petróleo. Só que o país mais poderoso do mundo não controla quem o vende. Pelo menos, até agora.

Eu escrevi:

A balança comercial dos EUA é deficitária – só agora em fevereiro, ficou negativa na brincadeira de US$ 31,5 bilhões. […] De todos esses negócios, o petróleo é o maior – e os EUA não controlam quem o vende.

Clark trata do assunto mas com outros números.

Você escreveu:

No dia 12 de agosto de 2000, Saddam Hussein ofereceu ao presidente venezuelano Hugo Chávez um tour pelas ruas de Bagdá. Chávez era o primeiro chefe de Estado a visitar o Iraque desde o início das sanções da ONU. As imagens de Saddam ao volante, com o Chávez ao lado, fizeram a festa das tevês. O fato aconteceu quatro meses antes da posse de Bush.

Eu escrevi:

No dia 12 de agosto de 2000, um garboso Saddam Hussein ofereceu ao presidente venezuelano Hugo Chávez um tour guiado pelas ruas de Bagdá. Exatos quatro meses antes de a Suprema Corte decidir pela eleição da dupla Bush e Dick Cheney. Chávez era o primeiro chefe-de-estado a visitar o Iraque desde o início das sanções da ONU e as imagens de Saddam ao volante com o militar venezuelano no banco do carona fizeram a festa das tevês.

Clark nem cita o assunto.

Você escreveu:

Filiada à OPEP a Venezuela responde, nos últimos anos, por 13% a 15% do petróleo importado pelos EUA: 1,6 milhão de barris por dia. Com a crise política venezuelana, a companhia estatal de petróleo venezuelana, PDVSA, parou.

Eu escrevi:

Filiada à Organização dos Países Exportadores de Petróleo, OPEP, a Venezuela responde por uma conta que variou, nos últimos anos, de 13% a 15% do petróleo importado pelos EUA – 1,6 milhão de barris por dia. […] Quando a companhia estatal de petróleo PDVSA parou, os EUA viram-se sem ter de quem comprar.

Novamente, Clark não entra em detalhes a respeito do comércio petrolífero entre EUA e Venezuela.

Você escreveu:

Os EUA tiveram de comprar petróleo do Iraque, que tem a segunda maior reserva do mundo. Bush havia cortado as importações iraquianas desde sua posse. Em dezembro passado, os EUA compraram 925 mil barris por dia; agora, em janeiro, foram 1,15 bilhão. Pagaram em euros.

Eu escrevi:

[…] Bush havia cortado as importações do combustível iraquiano desde sua posse, […] Em dezembro, compraram 925.000 barris por dia; agora em janeiro, 1,15 bilhões. Pagaram em euros.

E você, Márcia, não pagou um tostão pelo texto. (Mas, pôxa, repetiu meu erro: era 1,15 milhão e não bilhões de barris.).




pdoria@nominimo.ibest.com.br


Para ler mais
Em nome do dólar




quarta-feira, março 12, 2003

Retirado da coluna da Márcia Peltier no JB

Motivos




A guerra dos EUA contra o Iraque não é só pelo petróleo ou contra o terrorismo. O que está em jogo é também a sobrevivência do dólar como moeda padrão no mercado mundial.



Histórico


Em novembro de 2000, véspera da eleição presidencial nos EUA, o Iraque mudou a moeda com a qual operava suas vendas de petróleo: saiu o dólar, entrou o euro. Foram negociados US$ 10 bilhões de dólares, 15% do PIB iraquiano ou, 0,1% do PIB dos EUA. Em meados de 2001, Saddam trocou, de novo, por euros, US$ 10 bilhões. Parecia pirraça: o euro valia 82 centavos de dólar. Só que aí veio o 11 de Setembro, o fortalecimento da moeda européia e a operação acabou sendo muito lucrativa.




Ouro negro


Todo dia são gastos 2 bilhões de dólares com o combustível. Nas previsões otimistas, há petróleo para mais um século. Um quarto do petróleo mundial é consumido pelos EUA: são 20 milhões de barris por dia, ao preço de US$ 28 o barril, em janeiro.




Porém


A balança comercial dos EUA, em fevereiro, ficou negativa em US$ 31,5 bilhões. E o maior negócio é o petróleo. Só que o país mais poderoso do mundo não controla quem o vende. Pelo menos, até agora.




Passeio inesquecível


No dia 12 de agosto de 2000, Saddam Hussein ofereceu ao presidente venezuelano Hugo Chávez um tour pelas ruas de Bagdá. Chávez era o primeiro chefe de Estado a visitar o Iraque desde o início das sanções da ONU. As imagens de Saddam ao volante, com o Chávez ao lado, fizeram a festa das tevês. O fato aconteceu quatro meses antes da posse de Bush.




Outra moeda


Filiada à OPEP a Venezuela responde, nos últimos anos, por 13% a 15% do petróleo importado pelos EUA: 1,6 milhão de barris por dia. Com a crise política venezuelana, a companhia estatal de petróleo venezuelana, PDVSA, parou.




Então...


Os EUA tiveram de comprar petróleo do Iraque, que tem a segunda maior reserva do mundo. Bush havia cortado as importações iraquianas desde sua posse. Em dezembro passado, os EUA compraram 925 mil barris por dia; agora, em janeiro, foram 1,15 bilhão. Pagaram em euros.


Olha esse trabalho retirado do site Forward e citado na coluna WegLog do Pedro Doria no No Mínimo. É um trabalho do Art Spiegelman e se chama "In the Shadow of No Towers ". Nem precisa dizer que tem a haver com 11 de Setembro,né? Fuderoso.Essa tira é parte desse trabalho.

The New Normal



terça-feira, março 11, 2003

Cara, meu dente quebrou e eu tô sem um canino e sem nenhum puto pra pagar dentista. Tô fudido, nem sei o que falar, nem sei o que pensar, nem sei o que fazer.
Ultima grande notícia retirada do Blog Mahatma Fu 2.0



MICHAEL JACKSON ANUNCIA GRAVIDEZ




Não satisfeito em chocar o mundo com sua aparência cada vez mais bizarra, Michael Jackson anunciou em Washington que está grávido. A notícia foi divulgada em concorrida coletiva de imprensa.


O astro deixou os mais de 200 jornalistas presentes constrangidos ao dizer: "espero meu terceiro filho. Mas este virá de meu próprio útero." Após tal declaração, Michael levantou-se, abrindo a calça para mostrar que não possui mais pênis. "Eu não usava mais meu pinto. Ele só servia para deixar um volume escroto na minha calça, o que sempre me incomodava muito nas fotos. Nada mais justo do que cortá-lo fora."


O médico pessoal do cantor, o italiano Pierluigi Molinete, explicou ter aproveitado a própria pica de seu cliente para criar um útero fictício, que foi inserido em seu organismo. A informação da inédita operação deixou a imprensa indignada, havendo casos de reportéres, fãs da obra de Jackson, que partiram para a agressão com cuspes de longa distância.


A cena mais chocante se deu ao final da coletiva. Michael beijou Molinete na boca, saindo de mãos dadas com o médico. Descobriu-se, então, que o italiano era pai do futuro filho da estrela.

Mais um relato expressionante retirado do Mahatma Fu:

MANEIRO SER MANERO


Na cidade não se fala em outra coisa: por onde anda Tony Manero? Sumido, após estrelar filmes que fizeram sucesso na década de 70 quase 80 como “Grease, nos tempos da heroína” e “Engradados de sábado a noite”, ele foi encontrado em uma fazenda no Sana, onde passa horas fumando maconha e se alimentando de comida macrobiótica. Tony nos disse que sumiu da mídia após sofrer um grande trauma no camarim de uma filmagem holywoodiana. O ex-ator, ex-dançarino e ex-croto contou que após um longo dia no estúdio se preparava para ir embora quando Olívia Palito Isaac Newton John entrou de surpresa no camarim, flagrando-o nu. Na época Manero confidenciou a amigos: “pó, bicho, tava mó frio aquele dia, e ela me pegou de surpresa com o pênis extremamente encolhido. Estilo amendoim.” Para alguns, ele não suportou o fato de Palito poder contar a todos e começou a ter paranóias terríveis. Um amigo que preferiu ficar no anonimato conta a situação: “ele simplesmente achava que todos na rua estavam rindo dele, e que supostamente sabiam de sua condição peniana.”


A verdade é que Tony se mandou para o Brasil, onde se encantou por uma marreca. A estrela adotou a ave como animal de estimação e objeto erótico. "À noite é possível ouvir gritos horríveis nos arredores da casa", revela Gazelino de Andrade, um mendigo da região. Nossa equipe conseguiu contatá-lo, e achamos o rapaz, agora um senhor, de cuecas com metade do saco para fora na varanda de sua casa. Com os olhos perdidos no horizonte, ele se limitava a dizer: “maneiro ser Manero.”

Relato espantoso com imagens retirado do Blog Mahatma Fu 2.0



Mahatma Fu esbanja charme no seu bananamóvel. "Quase me fodi com essa bicicleta quando um gorila viado quis dar o cu para esta banana imensa. Minha sorte foi que ela não coube. Acabei disparando em velocidade", afirma.

Troço roubado na maior cara de pau do BlogVai trabalhar Vagabundo

Tá sendo postado por medida de segurança, já que concordo com o CHe do Blog supracitado, não podemos facilitar em caso de supremacia mundial do bebum, e como eu sou tb, de repente entro no sindicato e me dou bem com essa.


Olha a mais linda assessora de imprensa do mundo aí gente ( Só não olha demais que ela é minha namorada, valeu?):



Cara, eu tô vendo os posts dos outros e nem falei de meu carnaval em Sanlô (Sâo Lourenço). Foi carnaval de casado, mas eu zoei pacas. Fiquei bebum um monte de vezes (Coisa que a patroa não gostou muito, mas eu sim) e zoei pacas. Fiz até aviãozinho. O Carnaval é aquele lixo de sempre, Axé, música ruim, Axé, música ruim e Axé, mas se sobrevive com humor e críticas desvairadas sobre a cachorrada em ação, machos e fêmeas.É tribalista o lance, não pelo lado bom, mas pelo ruim, o povo só presta atenção na parte do não sou de ninguém, prefere ver televisão e repetir o esquema de macaquinhos de auditórios de egüinhas pocotós. Prefiro o Porquinho Mocotó do Beto.
Isso é a cara do que eu vivi, mas Tô querendo me separar da cidade que eu amo:

Só Dói Quando Rio
(Moacyr Luz e Aldir Blanc)

Só fico à vontade
Na minha cidade
Volto sempre à ela
Feito criminosa
Doce e calorosa
A minha história
Escorre aqui
Há quem não se importe
Mas a Zona Norte
É feito cigana lendo a minha sorte:
Sempre que nos vemos ela diz
Quanto eu sofri
E Copacabana
A linda meretriz-princesa
Loura mãe de santo
Com sua gargantilha acesa...
Ela me ensinou pureza e pecado,
A respiração do mar revoltado...
Rio de Janeiro, favelas no coração
Poeminha meu de noite bebum:

Meu amor é o que me envolve em tensa alma
Minha dor é o que me teme
Em velho medo
E entre as feras
Eu desminto o ritual
Sigo nesta pista
Busco o mundo
Não sou eu
Serei o homem-lobo?
Serei o cervo novo ou a fada que me tem?

Nesta incerta raiz de meu normal
Perco a maldita palavra
Quem sou eu?
Sigo na rota norte
Busco o gênio forte
Da alma que me tem.

E em meio à selva de meu destino normal
Calo a esquisita vontade de ser eu
Vou em destino forte
Calo meu novo norte
Viro a fera
Amén.

segunda-feira, março 10, 2003

Cara, depois de 6 horas pra dar entrada no FGTS na Caixa Econômica eu tô me sentindo assim:

Perplexo
Herbert Vianna / Bi Ribeiro / João Barone



Tentei te entender
Você näo soube explicar
Eu fiz questäo de ir lá ver
Näo consegui enxergar
Desempregado, despejado
Sem ter onde cair morto
Individado sem ter mais com que pagar
Nesse país, nesse país, nesse país
Que alguém disse que era nosso
(ahahahahaha)

Mandaram avisar:
Agora tudo mudou !
Eu quis acreditar,
Outra mudança chegou !
Fim da censura, do dinheiro
Muda nome, corta zero
Entra na fila de outra fila pra pagar
Quero entender, quero entender
Tudo que eu posso e que eu näo posso
Näo penso mais no futuro
É tudo imprevisível
Posso morrer de vergonha
Mas eu ainda estou vivo

Segunda-feira, Terça-feira
Quarta-feira, quinta-feira
Sexta-feira, Sábado
Aleluiá
Eu vou lutar, eu vou lutar
Eu sou Maguila, näo sou Tyson

segunda-feira, fevereiro 24, 2003

Fonte: Cora Ronái

Sobre a guerra
Paulinho escreveu isso num comentário lá embaixo; acho muito importante este depoimento que ele dá a respeito da mídia americana, que está se portando de forma absolutamente vergonhosa. Chega a ser humilhante para nós, jornalistas, saber que aqueles caras são nossos colegas.

Infelizmente, o problema é bem mais simples do que parece. A França só não quer a guerra pois perderá dinheiro na estória. As tais reuniões para se chegar a um acordo são, na verdade, discussões entre EUA e os outros países do conselho de segurança quanto ao preço da adesão de cada um.

Até a semana passada, a Turquia era contra a guerra. Hoje já está discutindo quanto em "financial aid" vão aceitar para que os americanos usem suas bases.

Outra coisa vale lembrar: a imprensa daqui dos EUA faz parte da corja republicana e tem manipulado, não só as notícias, mas também as pesquisas de opinião. Acreditem: pergunto e discuto com todos que encontro o que acham da ameaça de guerra. NINGUÉM até agora me disse ser a favor. Até a igreja do Bush (First United Methodist Church) lançou uma campanha publicitária contra a guerra e malhando o cara. A propaganda passa volta e meia aqui em Michigan e, segundo eles, o tempo todo em Washington.

Os organizadores dos protestos do fim-de-semana passado estimam as multidões em torno dos 3 a 5 milhões! Os noticiários daqui dizem 500 a 600 mil!

Aqui em Detroit, os jornais publicaram que um "pequeno grupo de 2 a 3 mil pessoas protestaram contra a guerra..." . Não sei onde aprenderam a contar, mas eu estava lá e vi. Do Grand Circus Park até o Cobo Hall, onde acabou a passeata, são mais ou menos 2 km. Tinha gente empilhada (e bem empilhada para se proteger do frio!) de um ponto ao outro! Sei que os americanos estão gordos demais, mas nem tanto...

Beijos e muita paz pra todo mundo!

Ah, sim, para quem não sabe: o Paulinho é o meu filho.

Som bom é Quincy Jones, o resto é palhaçada ( Opiniãopassível de ser mudada até eu terminar de colocar meu cd do Ramones).
Mulher é bom, mas causa calvície.

domingo, fevereiro 23, 2003

Fala, Cambada, fiquei de longe um tempão, mas vortei.Como é casa de macho isso aqui mudou, mas sem frescuras, mudou a cor de riba e eu coloquei alguns Banners a mais. São os links do projeto que eu participo, o projeto encruzilhadas, cujo site Encruzilhadas, é um site cuja idéia inicial partiu da lista Encruzilhadas e seus criadores, Cristiane Parga e Gilson Moura que com a chegada do grande Sr. Julio César Gonçalves foi direcionado para um projeto, que é voltado para a divulgação das religiões afro-brasileiras de forma clara, onde se pode falar desde a visão mística até a visão mais antropológica, tem tudo lá. Lá falamos de Catimbó à umbanda, passando pelo Batuque Rio Grandense até o Tambor de mina e o Candomblé, tem textos de pesquisadores, colunistas e material de inédito a especialíssimo. Vai lá e olha, cê vai amar. De qualquer forma tem Banner no Blog.Hopje os membros do projeto são Claudia Mello Gonçalves, Assessora de Imprensa e responsável por toda área de comunicação do site, Júlio César Gonçalves,responsável técnico e Web Master, Tatiana Meurer, Webdesigner e respopnsável pela liberação de conteúdo, e Gilson Moura Henrique Junior, eu mesmo, que também sou responsável pela liberação de conteúdo, pesquisa e edição. A Tatiana Meurer mantém tb um site associado, projeto desenvolvido por ela especializado em Xamanismo, chamado Terra Mística , que também vale a visita, pois é excelente..

terça-feira, fevereiro 04, 2003

Cara, não resisti, isso é perfect:



Do Mau Humor tb.
Fonte: Mau Humor, link acima:



Perfeito.

Frase históricas que deram certo (ou não?)



Vozes Femininas
“Quem diria, hein, Costa? Nós aqui e você, Presidente da República.”
Yolanda Costa e Silva

(Às margens do Rio Sena, em Paris, durante conversa com o marido Artur, já escolhido para suceder Castello Branco no posto de general-presidente.)

“Os homens daqui talvez não saibam, mas as mulheres menstruam”.
Marta Suplicy

(Em 1994, ao assumir o cargo de deputada federal e constatar que seu gabinete não tinha banheiro.)

“Ele foi o maior estadista do Brasil. E muito bom de cama”.
Virginia Lane

(Em 1997, estrela do teatro rebolado, ao confirmar que tivera um caso com Getúlio Vargas.)



Depois de merecidas férias voltei lampeiro.Já já coloco minha simpressões.